mar 01 2011

Lista – 10 maiores cenas de beijos Lésbicos do cinema (¥am@ ¢unh@)

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Foi bem difícil, a partir do 3º, coloca-las em ordem! E tive que cuidar tb a tendencia que tive em selecionar pelo ‘filme’ e nao pela cena/beijo em si… Mas acho que ficou bem boa… Várias candidatas lindas e cenas bem “marcantes” hehehehehehehe!

1- Naomi Watts e Laura Harring – Cidade dos Sonhos
    Nao sei explicar o porque, mas esta pra mim é ‘A’ cena… Talvez por conta do proprio enredo do filme e, claro, Naomi Watts.

2- Mila Kunis & Natalie Portman – Cisne Negro
    Que tensao sexual naquela cena!!!

3- Penélope Cruz e Scarlet Johanson – Vicky, Cristina, Barcelona
    Epic! (Maldito Javier Barden!)

4- Sarah Michele Gellar e Selma Blair – Segundas Intenções
    -Deixa eu te mostrar comofaz…. OMG!

5- Penelope Cruz e Charlize Theron – Três Vidas e um Destino
    Dirty Cruz attacks twice! Charlize e Scarlet!? Essa mulher realizou o sonho de muito mermanjo!!

6- Julianne Moore e Amanda Seyfried – O Preço da Traição
    Julianne Moore estraga relacionamentos, cara… e esse filme é muito bom!!

7- Ashlley Judd e Selma Hayek – Frida
    A cena em si é muito boa… e elas ainda vao e se beijam!!!

8- Amanda Seyfrield e Megan Fox – Garota Infernal.
    Além de Juliane Moore, Me-gan Fox!!! Essa Amanda tem um curriculo invejavel!!

9- Sharon Stone e Jeanne Tripplehom em Instinto Selvagem
    É Instinto selvagem – o filme todo é putaria (e isso nao é uma reclamação!).

10- Gina Gershon e Jennifer Tilly – Ligadas pelo Desejo
    Jennifer Tilly… num preciso nem dizer mais nada!

*BONNUS POSITIONs
- Angelina Jolie e Elizabeth Mitchel – Gia – Fama e Destruição
    Foi o segundo que lembrei qndo comecei a pensar na lista, mas o beijo em si nao é la grande coisa, por isso nao ficou na lista oficial. Mas por conta de ser um filme muito bom mesmo, recebeu mençao honrosa.

- Gina Gershon e Elizabeth Berkeley – Showgirls
    Mais uma pegadora, primeiro a Jennifer Titties, depois a Barkeley…

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fev 17 2011

Lista – 10 maiores cenas de beijos Lésbicos do cinema (Homem Erd)

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(EM BREVE AS FOTOS)

10º – Dakota Fanning & Kristen Stewart – Runaways (2010)

09º – Jennifer Tilly & Gina Gershon – Ligadas pelo Desejo (1996)

08º – Megan Fox & Amanda Seyfried – Garota Infernal (2009)

07º – Juliane Moore & Amanda Sayfried – O Preço da Traição (2010)

06º – Denise Richards & Neve Campbell – Garotas Selvagens (1998)

05º – Melanie Lynskey & Kate Winslet – Almas Gêmeas (1994)

04º – Penelope Cruz & Scarlett Johansson – Vicky, Cristina, Barcelona (2008)

03º – Mila Kunis & Natalie Portman – Cisne Negro (2010)

02º – Selma Blair & Sarah Michelle Gellar – Segundas Intenções (1999)

01º – Naomi Watts & Laura Elena Harring – Cidade dos Sonhos (2001)

Bonus Position para:

- Elizabeth Berkley & Gina Gershon – Showgirls (1995)
- Angelina & Winona Ryder – Garota Interrompida (1999)

Fica a dica,

Um Abraço a todos,

Homem Erd

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fev 16 2011

Lista – 10 maiores Injustiças do Oscar (Homem Erd)

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10º – A ultraviolência esquecida – Oscar de 1971 Malcolm Mcdowell não foi indicado para a categoria de melhor filme, Kubrick não levou a estatueta por melhor diretor e Laranja Mecanica perdeu para “Operação França”.

09º – A eterna ´´politicagem“ – Oscar de 1942Orson Welles e sua obra-prima “Cidadão Kane” Perderam pra John Ford e seu  “Como era verde meu vale”, cravando de vez a sua posição de queridinho da academia.

 08º – Um Britânico chamado Joseph. – História do Oscar

Alfred Joseph HITCHCOCK nunca ganhou um Oscar por alguma das suas eternas obras-primas, somente o prêmio por  “Conjunto da Obra” em 1967.

07º – Sim, ele fazia cinema por dinheiro! – História do Oscar

Charles Chaplin nunca ganhou um Oscar por alguma das suas eternas obras-primas, somente o prêmio por  “Conjunto da Obra” 1972.

06º – A pergunta que não quer calar… – Oscar de 1977

Alguém realmente acha que  “Rocky – Um lutador” era melhor que “Taxi Driver”  a ponte de ganhar um Oscar e ainda por cima Scorcese nem concorrer na categoria?

05º – A justiça feita através da injustiça. – Oscar de 2008

Scorcese ganhou seu primeiro Oscar por um Remake de um filme Chines (“Conflitos Internos”) que é muito melhor que a versão Premiada. “Os infiltrados” não é um filme ruim, mas como um Remake pode ser tão premiado e sua fonte original não ser cogitada pra nada??

 04º – O Apocalypse de um Cineasta – Oscar de 1980

“Apocalypse Now” não ganhou nenhum super prêmio. Concorreu em 8 categorias, ganhou a de melhor fotografia e Melhor Som. Só isso realmente basta?

 03º – O ano do preconceito – Oscar de 2006

 ”O Segredo de BrokeBack Mountain” apesar de ter sido extremamento bem criticado, bastante premiado em outros festivais, perdeu as principais estatuetas para o filme “Crash – No Limite”, filme feito para preconceituosos, por alguem que provavelmente é preconceituoso e fala sobre preconceito. E mais engraçado sabe o que é? “O segredo de Brokeback mountain” tem temática gay. 

02º – Um dia a gente chega lá – Oscar de 2003 

“Cidade de Deus” não chegou a concorrer na categoria de melhor filme estrangeiro, e sem querer puxar o saco, esse ano, nenhum dos filmes eram melhores que o nosso. E o Fernando Meirelles ainda perdeu a estatueta pro Peter Jackson, que ganhou o de melhor diretor. Não foi injusto, mas ”O retorno do rei” não é o melhor da trilogia. O Mais absurdo ainda estava por vir… Cidade de Deus não ganhou o oscar de melhor fotografia, que acabou ficando para “O Mestre dos Mares”… Inacreditável! 

01º – De fato, qual será o critério? – Oscar de 1957

“O Mensageiro do Diabo” não foi cogitado em nenhuma categoria. N E N H U M A ! ! ! Talvez um dos filmes mais importantes da história do cinema, um dos melhores filmes de todos os tempos, que aborda uma temática obscura, que tocou fundo na ferida de muitos religiosos, com a melhor atuação de Robert Mithcum e único filme de Charles Laughton. Com isso, tivemos que aceita “Volta ao mundo em 80 dias” e “Yul Brynner” levarem a estatuta pra casa…

Meu Bônus Position – Oscar 2011

A acadêmia deve ter algum problema pessoal com o Martin Scorsese. Esse ano, seu filme “Ilha do Medo” não foi cogitado pra nenhuma categoria. E a gente ainda tem que aturar “Minhas maes e meu pai” concorrendo pra melhor filme. É brincadeira…

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fev 13 2011

Lista – 10 maiores Injustiças do Oscar (Yama)

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1- 1979 – Nenhuma estatueta para Apocalypse Now, que concorreu a 8 Oscars e não levou nenhum, com direito a perder Melhor Filme. E mais, Coppola perdeu o Oscar de Melhor Direção. Fuuuu!

2- 1976 – Taxi Driver perdeu a estatueta de Melhor Filme para Rocky!  o.O
          E pior, Martin Scorsese não foi ao menos indicado para Melhor Diretor!

3- 1990 – Dança com Lobos é um filme bom, bonito e que eu gostei! Mas em um ano que concorreram O Poderoso Chefão parte 3, Tempo de Despertar e principalmente Os Bons Companheiros, ele levar o Oscar de Melhor Filme e Melhor Diretor?! Mais uma vez Scorsese injustiçado.

4- 1971 – Operação França foi vencedor, ao inves de Laranja Mecância. Nao so em Melhor Filme, como tb em Melhor Direçao – quem era Stanley Kubrick??? Caracas!!!

5- 1994 – Pulp Fiction nao ganhou Melhor Filme(?!) – Quem levou foi Forest Gump, que nao é um filme ruim, pelo contrario… mas convenhamos!

6- 1974 – Melhor ator Art Carney (O Amigo de Tonto – vc por acaso ja ouviu falar nesse filme?? E esse ator??) – Quem merecia era Al Pacino com O Poderoso Chefão II, obvio!

7- 1998 – Gwyneth Paltrow por Shakespeare Apaixonado no lugar de Fernanda Montenegro em Central do Brasil – vai entender…

8- 2001 – Melhor roteiro original Julian Fellowes com Assassinato em Gosford Park (me diz algum outro trabalho desse cara! Esse cara nao exite!). Era pra ser do Christopher Nolan com o filmaço, Amnésia – que so assisti semana passada! Hehehehe….

9- 2002- Acho que um ano com escolhas dificeis, na minha opiniao. Todos indicados eram bons filmes – O Senhor dos AnéisAs Duas Torres, O Pianista, As Horas, Gangues de Nova York e Chicago. A revolta é que justamente o mais fraquinho dos cinco, Chicago, levou o prêmio de Melhor Filme. Eu fiquei bem dividido entre Senhor dos Aneis e Gangues de Nova York, mas como bom nerd que sou, acho que quem merecia era a Gangue do Condado.

10- 2010 – Entao, pra mim foi a menor das injustiças, mas talvez a que mais va lenvantar polemica – Avatar do Cameron perder Melhor Filme pro de sua ex, o Guerra ao Terror. Concordei com o premio de Melhor Direçao, mas pra mim o filme Avatar virou marco na produçao cinematografica, assim como o fez Senhor dos Aneis – tecnologia, efeitos etc. Basicamente ele que começou a modinha dos 3Ds, iMax etc… O Guerra ao Terro é ótimo, mas nao teve essa significancia cinematografica toda. Foi completamente politica e a Bigelow confirmou isso com a dedicaçao/declaraçao aos homens e mulheres do exército que lutam no Iraque e no Afeganistão. Que eles possam voltar para casa sãos e salvos.  Dai-me paciencia…

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fev 08 2011

LISTA – 15 maiores antagonistas de todos os tempos (Yamabushi Cunha)

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 Bem, fiquei sabendo de uma lista de VILÕES, mas fiquei mais tranquilo qndo vi que, na verdade, seria mais sobre personagens ANTAGONISTAS – o que explica o Alex, que todo mundo fala: – Mas o Alex não é vilão!
Avaliei sob criterios ‘vox populis’, qualidade de atuação e “memorabilidade”, mas principalmente força (não de super-poderes) do personagem e sua essencia ‘má’.
Sendo assim segue abaixo, os melhores “vilões”, na minha humilde opnião.

1 – Darth Vader – David Prowse/James Earl Jones (voz) – Star Wars Saga
      Ícone – o cara tenta matar o proprio filho e arranca a mão dele!

2 – Joker – Heath Ledger – Cavaleiro das Trevas
     “ Im an agent of chaos!” O cara num tem motivo, só é…

3 – Woo-jin Lee – Ji-tae Yu – Oldboy
      Qualquer comentario leva a spoiler

4 – Dadinho/Ze Pequeno – Douglas Silva/Leandro Firmino – Cidade de Deus
      É só olhar a capa do filme – aquele moleque com o 38, matando e rindo de prazer!

5 – Dr. Hannibal Lecter – Anthony Hopkins – Silencio dos Inocentes
      “Yes or no, Clarice? Poor little Catherine is waiting” – o cara tinha requinte!

6 – Asami Yamazaki – Eihi Shiina – Odishon
      “Kiri! Kiri! Kiri! Kiri!”  \m/

7 – Oliver Lang – Tim Robbins – Suspeito da rua Arlington
     “ I’m a messenger Michael, I’m a messenger!” – qualquer outro comentario gera spoiler

8 – Annie Wilkes – Kathy Bates – Louca Obsessão
      Olha o titulo do filme! Aquela marretada doeu em mim…

9 – John Milton – Al Pacino – Advogado do Diabo
      “Freedom, baby… is never having to say you’re sorry” – literalmente o capeta!

10 – Roger ‘Verbal’ Kint – Kevin Spacey – Os suspeitos
        “Back when I was picking beans in Guatemala, we used to make fresh coffee, right off the trees I mean. That was good. This is shit but, hey, I’m in a police station” – sarcástico ate o osso!

11 – Anton Chigurh – Javier Bardem – Onde os Fracos Nao Tem Vez
       “People always say the same thing” – Misericórdia?! O que é isso?!

12 – Max Cady – Robert De Niro – Cabo do Medo
        “Every man… every man has to go through hell to reach paradise” – concordo!

13 – Alex – Malcolm McDowell – Laranja Mecânica
        “Hi, hi, hi, Mr. Deltoid!”  Hehehehehe…

14 – Agt. Smith – Hugo Weaving – Matrix
        ”You hear that Mr. Anderson?… That is the sound of inevitability…” – O cara nao desgruda!

15 – O Sistema – O Sistema – Tropa de Elite 2
       Auto-explicativo, não?!

BONUS POSITION – Cpt. Ivan Drago – Dolph Lundgren – Rocky IV
                                      “You will lose” – Coé, precisa ser muito ator “pruma”  fala densa dessas!

Abraços!

Yama

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fev 08 2011

Novo colaborador!!

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Yamabushi Cunha, ou somente Yama, começa a contribuir com suas opiniões cinematográficas apartir da data de hoje.

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fev 05 2011

LISTA – 15 maiores antagonistas de todos os tempos (Homem Erd)

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15º Jack Torrance – Jack Nicholson (O Iluminado)

14º Keyzer Soze – Kevin Spacey (Os suspeitos)

13º Zé pequeno – Leandro Firmino (Cidade de Deus)

12º Lee Woo-jin – Yoo Ji-tae (Oldboy)

11º Freddy Kreuger – Robert Englund (A Hora do Pesadelo)

10º Alien – O alien (Trilogia Alien)

09º Ursinho Lotso – Ned Beatty (Voz) – (Toy Story 3)

08º Annie Wilkes – Kathy Bates (Louca Obsessão)

07º Oliver Lang – Tim Robbins (Suspeito da rua Arlington)

06º HAL 9000 – Douglas Rain (voz) (2001 – Uma odisséia no Espaço)

05º Anton Chigurn – Javier Barden (Onde os Fracos Não tem vez)

04º Hannibal Lecter – Anthony Hopkins (O Silencio dos Inocentes)

03º Hans Beckert – Peter Lorre (M – O Vampiro de Dusseldorf)

02º Coringa – Heath Ledger (Batman – O Cavaleiro das Trevas)

01º Reverendo Harry Powell – Robert Mitchum (Mensageiro do Diabo)

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fev 01 2011

Lista – 10 Melhores atuações femininas de todos os tempos

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Seguindo a tradição, a lista de hoje nos contempla com atuações brilhantes de mulheres fabulosas. Elenquei de acordo com minha preferência, avaliando o quão bom é o filme e quão boa é a atuação. Um somátorio de um bom filme com uma boa atuação feminina e cheguei a esse denominador comum.

10º Audrey Tautou, O Fabuloso destino de Amelie Poulain (2001)

09º Jodie Foster, O Silencio dos Inocentes (1991)

08º Nicole Kidman, Dogville (2003)

07º Fernanda Montenegro, Central do Brasil (1998)

06º Hilary Swank, Menina de Ouro (2004)

05º Natalie Portman, Cisne negro (2010)

04º Yeong-ae Lee, Lady Vingança (2005)

03º Hye-ja Kim, Mother – A busca pela Verdade (2009)

02º Charlotte Gainsbourg, Anticristo (2009)

01º Kathy Bates, Louca Obsessao (1990)

Fica a dica.

Um abraço a todos.

Homem-Erd

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jan 25 2011

Indicados ao Oscar 2011

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A entrega Será Feita no dia 27 de Fevereiro!! Para ver os trailers e saber mais sobre os filmes acesse, www.imdb.com

Seguem os indicados.

Melhor Filme

127 Horas (2010)
Cisne Negro (2010)
O Vencedor (2010)
A Origem (2010)
Minhas Mães e Meu Pai (2010)
O Discurso do Rei (2010)
A Rede Social (2010)
Toy Story 3 (2010)
Bravura Indômita (2010)
Inverno da Alma (2010)

Melhor Ator

Javier Bardem for Biutiful (2010)
Jeff Bridges for Bravura Indômita (2010)
Jesse Eisenberg for A Rede Social (2010)
Colin Firth for O Discurso do Rei (2010)
James Franco for 127 Horas (2010)

Melhor Atriz

Annette Bening for Minhas Mães e Meu Pai (2010)
Nicole Kidman for Reencontrando a Felicidade (2010)
Jennifer Lawrence for Inverno da Alma (2010)
Natalie Portman for Cisne Negro (2010)
Michelle Williams for Blue Valentine (2010)

Ator Coadjuvante

Christian Bale for O Vencedor (2010)
John Hawkes for Inverno da Alma (2010)
Jeremy Renner for Atração Perigosa (2010)
Mark Ruffalo for Minhas Mães e Meu Pai (2010)
Geoffrey Rush for O Discurso do Rei (2010)

Atriz Coadjuvante

Amy Adams for O Vencedor (2010)
Helena Bonham Carter for O Discurso do Rei (2010)
Melissa Leo for O Vencedor (2010)
Hailee Steinfeld for Bravura Indômita (2010)
Jacki Weaver for Reino Animal (2010)

Melhor Diretor

Darren Aronofsky for Cisne Negro (2010)
Ethan Coen, Joel Coen for Bravura Indômita (2010)
David Fincher for A Rede Social (2010)
Tom Hooper for O Discurso do Rei (2010)
David O. Russell for O Vencedor (2010)

Melhor Roteiro Original

Another Year (2010) Mike Leigh
O Vencedor (2010) Scott Silver, Paul Tamasy, Eric Johnson
A Origem (2010) Christopher Nolan
Minhas Mães e Meu Pai (2010) Lisa Cholodenko, Stuart Blumberg
O Discurso do Rei (2010) David Seidler

Melhor Roteiro Adaptado

127 Horas (2010) Danny Boyle, Simon Beaufoy
Toy Story 3 (2010) Michael Arndt, John Lasseter, Andrew Stanton, Lee Unkrich
Bravura Indômita (2010) Joel Coen, Ethan Coen
Inverno da Alma (2010) Debra Granik, Anne Rosellini

Melhor Filme de Animação

Como Treinar o Seu Dragão (2010)
O Mágico (2010)
Toy Story 3 (2010)

Melhor Filme Estrangeiro

Biutiful (2010) Alejandro González Iñárritu(Mexico)
Kynodontas (2009) Giorgos Lanthimos(Greece)
Em um Mundo Melhor (2010) Susanne Bier(Denmark)
Incendies (2010) Denis Villeneuve(Canada)
Fora da Lei (2010) Rachid Bouchareb(Algeria)

Melhor Fotografia

Cisne Negro (2010) Matthew Libatique
A Origem (2010) Wally Pfister
O Discurso do Rei (2010) Danny Cohen
A Rede Social (2010) Jeff Cronenweth
Bravura Indômita (2010) Roger Deakins

Melhor Montagem

127 Horas (2010) Jon Harris
Cisne Negro (2010) Andrew Weisblum
O Vencedor (2010) Pamela Martin
O Discurso do Rei (2010) Tariq Anwar
A Rede Social (2010) Kirk Baxter, Angus Wall

Melhor Direção de Arte

Alice no País das Maravilhas (2010) Stefan Dechant
Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1 (2010) Andrew Ackland-Snow
A Origem (2010) Guy Hendrix Dyas
O Discurso do Rei (2010) Netty Chapman
Bravura Indômita (2010) Stefan Dechant

Melhor Figurino

Alice no País das Maravilhas (2010) Colleen Atwood
Io sono lamore (2009) Antonella Cannarozzi
O Discurso do Rei (2010) Jenny Beavan
The Tempest (2010/II) Sandy Powell
Bravura Indômita (2010) Mary Zophres

Melhor Maquiagem

Minha Versão para o Amor (2010)
Caminho da Liberdade (2010)
O Lobisomem (2010)

Melhor Trilha Sonora
127 Horas (2010) A.R. Rahman
Como Treinar o Seu Dragão (2010) John Powell
A Origem (2010) Hans Zimmer
O Discurso do Rei (2010) Alexandre Desplat
A Rede Social (2010) Trent Reznor, Atticus Ross

Melhor Musica Original
127 Horas (2010) A.R. Rahman, Rollo Armstrong, Dido(If I Rise)
Country Strong (2010) Bob DiPiero, Tom Douglas, Hillary Lindsey, Troy Verges(Coming Home)
Enrolados (2010) Alan Menken, Glenn Slater(I See the Light)
Toy Story 3 (2010) Randy Newman(We Belong Together)

Melhor Mixagem de Som

A Origem (2010)
O Discurso do Rei (2010)
Salt (2010)
A Rede Social (2010)
Bravura Indômita (2010)

Melhor Edição de Som

A Origem (2010)
Toy Story 3 (2010)
Tron O Legado (2010)
Bravura Indômita (2010)
Incontrolável (2010)

Melhores efeitos Visuais

Alice no País das Maravilhas (2010)
Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1 (2010)
Além da Vida (2010)
A Origem (2010)
Homem de Ferro 2 (2010)

Melhor Documentario

Exit Through the Gift Shop (2010) Banksy
GasLand (2010) Josh Fox
Trabalho Interno (2010) Charles Ferguson
Restrepo (2010) Tim Hetherington, Sebastian Junger
Lixo Extraordinário (2010) Lucy Walker

Melhor Curta Documentario

Killing in the Name (2010)
Poster Girl (2010)
Strangers No More (2010)
Sun Come Up (2010)
The Warriors of Qiugang (2010)

Melhor Curta de Animaçãp

Dia & Noite (2010)
The Gruffalo (2009) (TV)
Lets Pollute (2009)
The Lost Thing (2010)
Madagascar, carnet de voyage (2010)

Melhor Curta

The Confession (2010/IV)
The Crush (2009)
God of Love (2010)
Na Wewe (2010)
Wish 143 (2009)

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jan 23 2011

Lista – Nova Lista para Cinéfilos

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Seguem as regras para a nova lista:

Regras;
1) A ideia é selecionar 10 filmes de sua preferência;
2) Vale QUALQUER filme, respeitado o ano OFICIAL de produção;
3) Os 10 filmes precisam, necessariamente, conter os dígitos de 0 a 9 no último número do ano OFICIAL de produção (ou seja, um filme terminado em 0, em 1, em 2, etc.); não precisa necessariamente ser em ordem cronológica.

Exemplo; Filme X (2000), Filme Y (1921), Filme Z (1952), etc…

FAÇAM A LISTA DE VOCÊS!!!

Segue a minha:

0 – A Origem (2010) EUA

1 – Laranja Mecanica (1971) INGLATERRA

2 – Poderoso Chefão (1972) EUA

3 – OldBoy (2003) COREIA DO SUL

4 – Sete Samurais (1954) JAPÃO

5 – Roma, Cidade Aberta (1945)  ITALIA

6 – Tempos Modernos (1936) EUA

7 – Metropolis (1927) ALEMANHA

8 – Wall-E (2008) EUA

9 – Meu Odio será sua Herança (1969) EUA

Fica a dica,

Abraço a todos!

Homem Erd

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jan 12 2011

Em breve novos posts… Problemas Técnicos para Postagem

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jan 10 2011

Lista – 15 melhores filmes Sul-Coreanos

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Como já disse anteriormente, acho que a Coréia do Sul é  o país atualmente em maior ascenção cinematográfica. Tenho um apreço pessoal pela estética utilizada nos filmes e na maneira com que contam suas histórias. Os enredos surpreendentes, as atuações que causam sensações. Filmes que confundem e aqueles que trabalham de maneiro primorosa a estilização da violência. Penso de verdade que a Coréia do Sul é o país que melhor contribuiu para o Cinema mundial, com produções que merecem ser vistas. Com isso cheguei a essa lista. Acredito ser uma boa filmagrafia pra quem quer conhecer um pouco mais sobre o Cinema Sul-Coreano.

Segue a Lista:

15 – Reunião Secreta

Um bom filme de investigação policial, sobre um oficial Sul-Coreano que está perseguindo um antigo terrorista Norte-Coreano. Como o plano de captura dá errado, ele é afastado da corporação. Anos depois, trabalhando por conta própria na busca de pessoas desaparecidas, ele cruza com um dos aliados ao terrorista e decide voltar a investigar o caso se aproximando do inimigo. Filme muito bem dirigido com cenas de ação bem conduzidas.

14 – Time – O Amor contra a passagem do tempo

Uma história de amor bem diferente. Dirigido pelo mestre sul-Coreano Kim Ki Duk, o filme conta a historia de uma mulher que decide passar por uma cirurgia plástica no corpo todo, afim de reconquistar seu namorado. Ela não contava que com o “sumiço” de sua namorada, o rapaz fosse ficar preso ao passado, sem conseguir esquece-la. O Filme exige concentração, perder um pedacinho pode fazer com que nao entenda nada do filme. Ele aparenta ser cíclico, devido a cena que abre o filme, aparecer próximo ao final do filme, fazendo com que o final tenha uma gama de possibilidades.

13 -Primavera, Verão, outono, inverno… e primavera

Uma história sobre um monge budista que educa um garotinho em uma casa flutuante. A passagem das estações marca a passagem na vida do menino, até a chegada de uma adolescente que traz uma quebra de harmonia ao local. Esse filme marca, a virada na carreira do realizador sul-coreano Kim Ki-duk, depois de títulos caracterizados por uma forte violência psicológica, de onde vemos personagens femininas fragilizadas, vítimas de abusos ou forçadas a submeterem-se física e emocionalmente.

12 – Mr. Vingança

Primeiro filme da Trilogia da vingança, do diretor Chan-Wook Park, o filme conta a história de um surdo mudo que decide vender um rim para pagar uma cirurgia para sua irmã que está gravemente doente. Quando é enganado pela quadrilha, ele decide sequestrar a filha de um rico empresário e pedir o resgate, alem de se vingar do grupo de que o deixou sem um rim e sem o dinheiro prometido. Visualmente belo e bem conduzido, vemos a ingenuidade do protagonista, que apesar dos meios, tem uma intenção pura de salvar a vida da irmã.

11 – Gosto da Vingança

Sun-woo é o braço direito do chefão da máfia. Incubido da missão de vigiar a namorada do chefe enquanto ele está fora e com a ordem de matar a namorada e o amante caso ele realmente exista, Sun-Woo vê a oportunidade de provar sua lealdade ao chefe. Porem, decide deixar o casal fugir. Isso faz com que seu chefe ordene sua morte. Sobrevivendo ao atentado, Sun-Woo decide se vingar de todas as pessoas envolvidas na tentativa de sua morte. Com uma atuação fantástica de Byung-hun Lee, o filme lembra vagamente o “Gosto de Sangue”, primeiro filme dos Irmãos Coen.

10 – O Hospedeiro

Maior bilheteria do cinema Sul-Coreano, este filme marca o retorno triunfal do gênero “filme de monstro”, muito utilizado na época de King Kong e Godzilla. Quando um cientista americano comete um erro, um monstro surge num lago aos arredores da uma cidade Sul-Coreana. O Filme gira em torno da busca de um pai para encontrar o paradeiro de sua filha, que ele acredita estar viva, contando com a ajuda de seus dois irmãos. Com momentos de comédia e muita emoção, o segundo grande filme do diretor Joon-ho Bong fez história no país e merece ser visto pelos amantes do cinema.

09 – Sede de Sangue

Último filme de Chan-Wook Park até 2010, o filme nos traz uma história diferente e com muito mais credibilidade sobre os vampiros. Um padre decide se voluntariar para um experimento na busca da cura de uma terrível doença. Se tornando o único sobrevivente, o padre precisa de sangue humano para que a doença ñão se prolifere. O filme nos mostra de maneira sagaz a busca pela manutenção e preservação dos conceitos e índole do padre. Tudo se complica ainda mais quando ele reencontra um amor de juventude, e vê nela a oportunidade de investir nessa “nova vida”.

08 – Zona de Risco

Ação e suspense se misturam para contar essa movimentada história que desvenda uma conspiração política entre as duas Coréias e interesses obscuros de governantes corruptos. Considerado o “primeiro” grande filme de Chan-wook, o filme toca nesse tema sempre polêmico que é a guerra nas fronteiras entre as duas coréias.

07 – I Saw the Devil

Mais novo filme de Ji-woon Kim (mesmo diretor de O Gosto da Vingança, Medo e os Invencíveis) poderia ser considerado o 4º irmão da trilogia da vingança caso fosse dirigido por Chan-wook Park. Apos ter sua esposa brutalmente assassinada um investigador da polícia decide ir atras do assassino por conta própria e promete faze-lo sofrer como nunca. Digno de palmas para o enredo fabuloso que contem reviravoltas de tirar o folego. Não preciso dizer mais nada, só pedir que assistam.

06 – Os Invencíveis

Faroeste Sul-Coreano. Sempre que eu falo pra alguem desse filme, o espanto é constante. Mas o Diretor Ji-Woon Kim consegue manter toda a tradição criada pelos Norte Americanos e desenvolvida pelos Italianos. Homenagem ao filme “Tres Homens em Conflito” (O titulo original do filme seria, “O Bom, O Mal e o Esquisito”), a historia é passada na Manchúria e mostra a busca de governantes japoneses e chineses atras de um misterioso mapa. Os tres personagens principais acabam se envolvendo nessa busca e seguem até a cena do “trielo” final, onde o misterio do mapa é revelado.

05 -  Memórias de um Assassino

Terríveis assassinatos começam a acontecer em uma cidadezinha no interior do país. Um investigador com métodos não convecionais quer encerrar o caso de qualquer forma. A chegada de um investigador da cidade, faz com que o ego pessoal para impressionar o chefe se aflore. Mais um enredo memorável, com um final que faz com que você queria assistir o filme inteiro logo em seguida.

04 – Lady Vingança

Cinematograficamente o mais bonito da trilogia e sem dúvida o bem mais produzido. Apesar de Old-Boy ter um roteiro mais sagaz, intrigante e surpreendente, Lady vingança traz a melhor realização da vingança de todos os três, contra um dos maiores vilões da história do cinema (personagem vivido pelo ator principal do Old-Boy). O Filme conta a história de uma jovem que assume a culpa de um crime, para proteger a vida da filha. O tempo passado na cadeia serve para que sua vingança seja arquitetada e todos os passos dados fora da cadeia são voltados para que seu plano seja concretizado.

03 – Caçador

O 2º melhor filme que eu vi ano passado, “O Caçador” traz a história de um ex-policial, afastado por corrupção e atualmente cafetão, que está tentando descobrir quem está sumindo com suas garotas. Seria uma história simples de investigação mocinho-bandido, se não fosse o fato dos dois se encontrarem com 15 minutos de filme. Daí pra frente fica exposto a despreocupação da polícia que se preocupa mais com política e moral do que com a manutenção de um criminoso. O Filme faz você sentir o cansaço do protagonista que corre bastante durante o filme,  e faz voce se emocionar com a cena onde uma criancinha tem seu choro abafado pelo barulho da chuva. Vale a pena.

02 – Mother – Busca pela Verdade

O melhor filme que eu assisti no ano passado. Mother conta a historia de uma mãe que corre a todo custo atras de provas para provar a inocencia de seu filho deficiente mental, que induzido pela policia, que se aproveitou do seu estado de saude, confessou o crime. Uma das melhores cenas de tensão já feitas, uma garrafa d’água é derrubada e vemos o trajeto que ela faz até a mão de uma pessoa que está dormindo. Cara, esse filme é demais.

01 – OldBoy

Grande responsável pelo ressurgimento do cinema Sul-Coreano e da abertura de portas para outros realizadores, OldBoy é um filme impecável. Uma história bem amarrada, com atuações memoráveis e um desfecho que faz com que você pense: “Porque EU não tive essa idéia”. Se você nao viu, está perdendo um dos melhores filmes de todos os tempos.

Fica a dica,

Um Abraço a Todos

Homem Erd

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jan 09 2011

Crítica – “Cães de Aluguel” (1992)

Published by Homem Erd under Críticas

Quentin Tarantino sempre foi um dos meus diretores de cinema favorito e ,contrariando a opinião de muitos (que preferem Pulp Ficiton), Cães de Aluguel é o meu filme favorito dele.

Filme de estréia do diretor, que conseguiu captar recursos para produzi-lo vendendo seus roteiros de “AMOR À QUEIMA-ROUPAS”, dirigido por Tony Scott em 1993 e de “ASSASSINOS POR NATUREZA” dirigido por Oliver Stone em 1994, Tarantino já mostrava o porque seria considerado um dos mestres do cinema contemporâneo. Com boas atuações, uma trilha sonora excelente e seu eterno potencial de criar diálogos rápidos e inteligentes, o filme consegue funcionar de maneira primorosa, mesmo não tendo custado quase nada. E essa é a beleza do filme.

O filme começa com o grupo sentado à mesa de um café tipicamente norte americano, conversando sobre o significado da música “Like a Virgin” da Madonna. A conversa entre os personagens transcorre até uma discussão sobre pagar ou não pagar a gorjeta da garçonete (e que depois de assitir a explicação do Sr. Pink, nunca mais paguei 10% quando vou comer fora).

Os bons dialogos, ajudam nas boas atuações. E o elenco, pra quem assiste o filme hoje, para ser um conjunto de sub-estrelas Hollywoodianas. Harvey Keitel, Steve Buscemi, Michael Madsen, Tim Roth, Edward Bunker (interpretanto ele mesmo) e o próprio Tarantino são os “coloridos” assaltantes contratados pelo mafioso Joe Cabot (Lawrence Tierney) e seu filho “Nice Guy” Eddie Cabot (Chris Penn) para roubar uma joalheria.

Michael Madsen como Sr. Blonde

Michael Madsen é o um dos atores que mais me intriga desde que assisti esse filme. Se você procurar o nome dele no IMDB, vai ver que o ator já participou de mais de 200 filmes desde os anos 80, e continua sendo considerado (e com razão) um ator de filmes B. Depois de cães de aluguel, Madsen voltou a ter destaque em “DONNIE BRASCO” de 1997 e depois só em ”KILL BILL”, também do Tarantino.

Em cães de Aluguel, no papel de Sr. Blonde (que foi oferecido a George Clooney, ná epoca astro da 1ª temporada de Plantão Médido), Madsen interpreta o melhor personagem da trama. Sr. Blonde (ou Vic Vega) parece ter sido o responsável por tudo ter dado errado. Sua aparição no galpão com um copo de refrigerante, despreocupado com a morte de alguns, enquanto Sr. Pink (Buscemi) e Sr. White (Keitel) estão quase se matando ao disticutir sobre levar ou não o Sr. Orange (Roth) para o hospital, é fabulosa.

A insanidade de Sr. Blonde é exposta na cena onde, dançando “STUCK IN THE MIDDLE WITH YOU” do Steallers Wheel, corta a orelha de um policial implorando por sua vida.  Uma curiosidade sobre essa cena, é que Michal Madsen não conseguiu seguir atuando quando o personagem vivido por Kirk Baltz, diz ter um filho pequeno. Provando dominar a técnica cinematográfica, Tarantino apenas movimenta a câmera para o lado, insere a imagem da orelha sendo cortada, e volta tudo ao normal depois, como se Sr. Blonde não tivesse se abalado com nada do que foi dito.

Outro destaque do filme fica por conta de Steve Buscemi ao interpretar Sr. Pink. Sempre se auto-afirmando como profissional nas discussões com Sr. White (Keitel), que insiste em querer dizer seu nome e tentar transformar a conversa em algo mais “simpático”, Steve Buscemi dá ao personagem um tom neurótico, sempre preocupado e desconfiado com tudo, principalmente devido ao plano não ter saído como combinado. Sr. Pink é a parte racional do bando, enquanto a parte emotiva está associada a Sr. White e a insana, como já citado, ao Sr. Blonde.

Um Filme de baixo custo, com um elenco pequeno e pouquíssimas locações, fazem deste filme, um excelente filme polícial, com otimas atuações e o toque de genialidade de Tarantino.

Fica a dica,

Um Abraço a Todos

Homem Erd

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jan 08 2011

Lista – Meus 20 melhores filmes dos últimos 20 anos

Published by Homem Erd under Listas

Uma seleção difícil, dos filmes que marcaram as duas últimas décadas. Sem dúvida eu deixei algum filme que você colocaria aqui. E sem dúvida existe algum filme nessa lista, que você não colocaria. Mas e daí? Essa é a graça do cinema. Deixem suas opiniões depois, conversar sobre melhores é sempre muito bom.

Segue a lista:

 20 - Guerra ao Terror

Em 2009 somos apresentados a mais um filme americano de guerra. Como funcionário da parte de DVD’s de uma renonamada livraria do país, me lembro da chegada discreta desse DVD na loja. Sem passar pelo circuito comercial e trazendo na capa do filme nomes como David Morse, Guy Pearce e Ralph Fienes, o filme foi ganhando prêmios atrás de prêmios até ser indicado ao Oscar de melhor filme ao lado do gigante Avatar. Dirigido por Kathryn Bigelow (Ex-esposa de James Cameron) com maestria, ela consegue expor o lado mais sensível e sombrio que o ser humano pode revelar quando é colocado em situações extremas, como uma guerra. Grande Vencedor do Oscar de 2009.

19 - Clã das adagas voadoras

Em 2004 o cinema Chinês é levado a um patamar superior. Épico típico das produções chinesas, o filme traz uma história de amor proibido diferente do usual. Com um bélissimo elenco (Ziyi Zhang, Takeshi Kaneshiro e Andy Lau) e dirigido pelo mestre Zhang Yimou, acompanhamos como uma jovem cega integrante de um grupo rebelde se apaixona por um capitão da guarda imperial disfarçado, nos levando para um desfecho onde nada é o que parece. Destaque para a riqueza de detalhes na fotografia, onde cada cor é utilizada com um propósito, sem falar da cena final, rodada na neve de verdade.

18 – Amnésia

No ano 2000 somos apresentados à Cristopher Nolan, sem saber que ele se tornaria o diretor mais influente da sua década e nos premiaria com uma filmografia impecável, ele estréia com essa auspiciosa história de um homem com amnésia que investiga por conta própria o assassinato de sua mulher. O que mais fez estardalhaço na época, foi sua montagem “de trás pra frente”, onde começamos o filme da cena final até o momento inicial que explica o motivo de tudo aquilo que já vimos acontecer. Guy Pearce está muito bem como o dememoriado que tatua em seu corpo mensagens importantes sobre o que fazer no dia seguinte. Lançado em dvd no brasil com a montagem normal, o filme nao teve uma boa recepção pelo público, que considerou o filme “díficil” de ser entendido, pra só anos depois, ser reconhecido como uma das obras mais memoráveis da história do cinema.

17 – Distrito 9

Também no ano de 2009, vimos uma nave extraterrestre pairar sobre o céu de Joanesburgo. Alienígenas que não queriam ficar em nosso planeta, são marginalizados e tratados como escória em gueto Sul-africano. Quando um humano tem seu DNA mesclado com o dos ET’s, começa um jogo de gato e rato, em que o caçador se torna a caça. O Filme tem vários méritos. Não mostrar o Ser Humano como o “coitadinho” da história, expor como a hipocrisia social existe em diversos escalões, desde o mais rico até o mais pobre e principalmente não ser uma história de Aliénigenas nos EUA. Talvez a melhor ficção científica desde Blade Runner.

16 – Os Imperdoáveis

Em 1992, Clint Eastwood decidiu reviver os momentos brilhantes que viveu na época de Westerns. O Filme funciona como uma crítica ao suposto “fim” do gênero, que não vinha mais sendo visado ou produzido como anteriormente. Isso fica claro em várias falas do personagem principal da história, vivido pelo próprio Clint. Com um elenco que conta também com Gene Hackman e Morgan Freeman, vemos 2 pistoleiros com uma idade avançada, precisando reviver seus momentos mais gloriosos da juventude para um último trabalho. Com direito a duelos, tiroteios e muito emoção, o filme venceu a categoria de melhor filme em 1993, provando que o Gênero do faroeste ainda tinha muito a contribuir pra história do cinema.

15 – Matrix

O ano de 1999, foi crucial pra história do cinema. Os Irmãos Wachovski, trouxeram para a tela uma adaptação do livro Neuromancer de Willian Gibson, que explora os conceitos de Cyber espaço onde tudo o que vemos, ouvimos e sentimos não passa de algo criado por algo muito maior: A Matrix. Revolucíonário nas técnicas de efeitos visuais, assisitimos roendo os dedos o personagem vivido por Keanu Reeves brigar de igual pra igual com um Agente, desviar de balas e salvar Morfeu de uma morte certa. Seguido de outros dois filmes não tão bons quanto o primeiro, a saga Matrix já fincou sua importância na história do cinema e será sempre lembrado entre cinéfilos e estudantes de cinema.

14 – Se7en

Em 1995, o agora muito badalado David Fincher (Diretor do filme “A rede Social”, favorito ao Oscar 2011) começava a dar passos largos em Hollywood. Com um Brad Pitt também em começo de carreira e um já Internacionalmente premiado Morgam Freeman no Elenco, conhecemos a história da investigação do serial killer John Doe, que faz suas vítimas experimentarem o extremo dos sete pecados capitais. Com uma linha narrativa perfeita, vemos a mente insana do sociopata traçar um plano infalivel que culminaria num último desejo de vingança da sua última vítima. Com a participação de Kevin Spacey (Não creditado no começo do filme para que os fãs não questionassem o porque ele “ainda não apareceu”) o filme marcou o gênero policial, com essa inteligente história de investigação.

13 – Clube da Luta

O Mesmo David Finhcer de Seven, 4 anos depois faz nossa cabeça pirar mais uma vez. Projeto Caos, sabonetes, Marla Singer e Tyler Durden são os ingredientes que somados a narração de Edward Norton, somos levados a porões de merceárias, padarias e lojas de conveniências para experimentar um pouco de ultraviolência e selvageria num clube de luta clandestino. No começo do filme somos apresentados a teoria das mensagens subliminares nos filmes, fato que é explorado pelo diretor durante a projeção, onde podemos ver em frações de segundos o personagem vivido por Brad Pitt aparecer e desaparecer, e também o polêmico pênis no final do filme. Baseado no livro escrito por Chuck Palahniuk.

12 – Os Bons Companheiros

Em 1990 Martin Scorcese voltava as telas com uma história de gangsters, vividos pela dupla Robert Deniro e Joe Pesci (que já haviam atuados juntos em Touro Indomável e que Voltariam a atuar juntos em Cassino). O filme segue a ascensão e a queda de três bandidos, ao longo de três décadas. O filme foi indicado para seis Oscars, incluindo o de melhor filme e de melhor diretor, mas só obteve um, de Pesci, na categoria de melhor ator coadjuvante. O filme também ganhou cinco prêmios da BAFTA, e foi eleito o melhor filme do ano pelo New York Film Critics Circle, pelo Los Angeles Film Critics Association e pela National Society of Film Critics. Goodfellas é muitas vezes considerado um dos maiores filmes de todos os tempos, tanto no gênero de crime quanto em geral, e foi considerado “culturalmente significativo”, tendo sido selecionado para preservação no National Film Registry da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. A palavra “fuck” foi usada no filme aproximadamente 300 vezes. Pra que mais?

11 – Magnólia

 Paul Thomas Anderson ( ou somente P.T. Anderson, como prefere ser chamdo) começou a ser reconhecido mundialmente pelo seu trabalho em Boggie Nights, filme que contava a historia de ascensão e queda de um astro da industria de filmes adultos, vivido por Mark Walhberg. Mas foi em Magnólia que ele conseguiu se firmar como um dos diretores mais inventivos e diferenciados da sua geração. Magnolia não é nada mais que um mosaico de várias historias de pessoas comuns, buscando a felicidade, o perdão e o sentido da vida numa cidadezinha nos EUA, que de uma forma ou de outra acabam se encontrando. Elenco estrelado que conta com Juliane Moore, Tom Cruise, Phillip Seymor Hofman, Alfred Molina, John C. Reily, Willian H. Macy, e por aí vai… Cheio de detalhes, que as vezes passam despercebido pelos espectadores, como o motivo da chuva de rãs no final da projeção. Essa cena é mais uma das várias referências ao número 82. Este número se refere a uma passagem da Bíblia, mais especificamente ao livro do Êxodo, 8:2, onde é dito “Mas se recusares deixá-lo ir, eis que ferirei com rãs todos os teus termos”. Fabuloso, não?

10 – Silêncio dos Inocentes

 Filme que veio pra minha lista graças a lembrança de um grande amigo, passamos a conhecer talvez o maior atroz da história do cinema. 1990 é o ano em que Jodie Foster vai ter que contar com a ajuda dele, Hannibal Lecter, pra pender um assassino serial que segue os seus métodos.  Lecter é frio, calculista e canibal. Extremamente violento, extremamente culto e médico. A combinação que fez Anthony Hopkins vencer o oscar de Melhor ator de 1991. Consagrado como um dos mais importantes filmes do cinema da década de 1990, O silêncio dos inocentes foi a terceira obra a vencer as cinco principais categorias do Oscar. Os outros dois filmes que conseguiram esse feito foram Aconteceu Naquela Noite, de Frank Capra (1934) e Um Estranho no Ninho, de Milos Forman (1975).

09 - Cidade de Deus

O Brasil nunca ganhou um Oscar. Mas foi no ano de 2003 que mais chegou perto. Injustamente não indicado na categoria de melhor Filme estrangeiro, o filme concorreu nas categorias de melhor roteiro adaptado, melhor diretor, melhor edição e melhor fotografia. Esses dois ultimos quisitos são o grande trunfo do melhor filme brasileiro da história. A montagem vai e volta, mostrando como o menino Dadinho se tornou Zé Pequeno, o traficante mais temido da Cidade de Deus, favela do Rio de Janeiro, passando pela historia do Trio Ternura e do aspirante a fotografo jornalista Buscapé.  Com vários momentos que marcaram, falas que ficaram na memória do povo, nunca estivemos tão perto da maior premiação do Oscar desde a indicação de Fernanda Montenegro por Central do Brasil.

08 -  O Segredo dos seus olhos

Diferente do Brasil, a Argentina já levou a estatueta dourada duas vezes. A primeira em 86 com o filme “História Oficial” e a segunda com essa maravilhosa história, dirigida por Juan José Campanella e protagonizada pelo Fabuloso Ricardo Darín. Com uma montagem baseada nos flashbacks, o filme é perfeito. Traz roamnce, comédia, crime, tensão. Faz você rir, se emocionar, sentir raiva, ficar angustiado e abismado com o desfecho. A história gira em torno de um aposentado burocrata argentino que decide escrever um livro sobre um crime não solucionado muitos anos atras. Com um amor secreto por sua colega de trabalho, ele decide voltar a se encontrar com ela para escrever o livro. Com um plano sequencia de perseguição digno de 10 estrelas, o filme é um dos melhores filme de todos os tempos e não somente dos últimos 20 anos.

07 – Cães de Aluguel

O Que acontece quando uma pessoa é fã de seriados japoneses, trabalha numa video locadora onde assiste pelo menos 3 filmes por dia?  De certo algo parecido com Quentin Tarantino. O queridinho da cultura pop cinematográfica, o diretor norte americano começou em Hollywood escrevendo roteiros para diretores do calibre de Oliver Stone (Assassinos por Natureza) e Tony Scott (True romance). Com o dinheiro proveniente da venda desses roteiros, Tarantino dirigiu sua primeira obra-prima em 1992. Com o apoio de Harvey Keitel, Tarantino consegue unir um elenco fantastico pros dias de hoje. Tim Roth, Steve Buscemi e Michael Madsen além dele mesmo e de Keitel, estrelam essa historia de um grupo de assaltantes que tem seu plano de roubo a uma joalheria fracassado, e se encontram em um galpão pra decidir o que fazer com um dos companheiros que foi baleado. Mostrando que já “nasceu” mestre, Tarantino nos brinda com sacadas de gênio, como o afastar de câmeras, para que Mr. Blonde corte a orelha do policial. Pra mim, o melhor filme de Tarantino até hoje.

06 – O Senhor dos Anéis – As Duas Torres

O segundo filme da saga escrita por J.R. Tolkien e levado pras telas por Peter Jackson, se tornou o filme mais esperado da história do cinema por uma legião de nerds e cinéfilos que já haviam ficado extasiados com o primeiro filme da saga. Em 2003 assistimos a maoir sequencia de batalha épica da história do cinema: A batalha do Abismo do Elm, enquanto Frodo e Sam continuam em busca da montanha da perdição para destruir o Um anel. Extremamente bem produzido, com uma qualidade artística acima da média e figurinos fantásticos, o melhor filme da série (na minha opinião) estava abrindo as portas para que sua última sequencia se tornasse um dos filmes mais premiados da história do cinema.

 

05 – Oldboy

 2003 foi o ano em que o cinema Sul-Coreano finalmente conseguiu visão internacional. Dirigido por Chan-Wook Park, o filme é o segundo filme da trilogia da vingança, precedido pelo também muito bom Mr. Vingança e sucedido pelo belíssimo Lady Vingança. O filme mostra a história de um homem que é sequestrado e liberto 15 anos depois do cativeiro. Em uma busca frenética por vingança, Dae-su Oh deve começar a se preocupar em porque foi solto e nao no porque foi preso. Super premiado, e talvez o melhor filme coreano da história, Oldboy abriu portas para que o cinema Sul-Coreano se tornasse a escola de maior ascenção cinematográfica do mundo.

04 – Sangue Negro

 Daniel Plainview. Esse é o nome do protagonista dessa memorável historia sobre os rumos que a ganância leva o ser humano.  Daniel Day-Lewis interpreta um mineiro de minas de prata, pai solteiro, que descobre a existência de uma pequena cidade onde um mar de petróleo está transbordando do solo. A única coisa diferente na região é a igreja comandada pelo jovem pastor Eli Sunday, que vê em Daneil Plainview uma boa oportunidade de tirar proveito. Abordando temáticas familiares e religiosas o filme se tornou mais um dos memoráveis trabalhos do diretor P.T Anderson, no ano de 2007.

03 – Onde os Fracos Não Têm Vez

Também de 2007 os Irmão Coen se firmaram como melhores realizadores da história do cinema. Com uma filmografia que contem, Ajuste Final, Gosto de Sangue, Grande Lebowski e Fargo, esse filme foi alguns degraus acima dentre as suas produções  e produções do mundo inteiro. Sem trilha sonora, o filme acompanha a aventura de um cowboy que encontra uma bolsa com muitos milhões de dólares e decide fugir com o dinheiro. Tudo daria certo se não existe ele: Anton Chigurh. Um assassino frio e sem piedade que vai caça-lo custe o que custar. Um faroeste contemporaneo, que traz uma historia fabulosa onde nao existem protagonistas e antagonistas, apenas personagens defendendo seus interesses.

02 – Batman – O Cavaleiro das Trevas

2008 foi um ano duplo pro mundo do cinema. No mesmo ano em que faziamos filas e filas pra assistir o mais novo filme de Christopher Nolan, nós dávamos adeus a Heath Ledger, um dos mais promissores atores de Hollywood. E ele nos deixou com sua melhor atuação. Se entregando de corpo e alma ao personagem arqui-inimigo do Homem-Morcego, O Cavaleiro das Trevas pode justificavelmente ser chamado de “O Filme do Coringa”. Heath Ledger rouba a cena. Uma atuação visceral que faz com a gente se esqueça do galã de filmes de romance como 10 coisas que odeio em você, Casanova e Coração de Cavaleiro. Mas esse não é o unico mérito do filme. Chris Nolan já tinha dirigido “O Melhor filme do Batman” de todos os tempos. E nos deixou com a Dúvida: Será que ele vai conseguir fazer um filme melhor que o primeiro? E a resposta é SIM! Não só fez O melhor filme do Batman, O melhor filme de Super-herói como também um ótimo filme investigativo de máfia, onde personagens de quadrinhos são os protagonistas. Nos resta agora esperar… Será que Dark Knight Rises, previsto pra 2012, seguirá a tradição de Nolan de fazer um filme melhor que o outro?

01 – A Origem

Fechando a lista está o ano de 2010. O filme? A ORIGEM. O Diretor? Christopher Nolan. Dúvidas que ele é o melhor diretor dos ultimos anos e um dos melhores na função? Um filme com várias teorias sobre sonhos, personagens expositivos que servem pra explicar a trama sem atrapalhar o enredo, cenas de ação perfeitas, trilha sonora fabulosa e atuações de primeira com um elenco digno de palmas. Essa é a combinação perfeita pra esse filme perfeito. Quantas vezes você assistiu a esse filme? Muitas pessoas foram ao cinema, tentar pegar detalhes pra confirmar uma opinião, um ponto de vista… Será que é tudo um sonho? Será que Cobb realmente conseguiu o que queria? O mais importante de tudo é: O peão continua a rodar? Poderiamos ficar horas, dias, semanas discutindo pontos de vistas que comprovam as duas, três, muitas teorias. Um Filme único, que merece ser visto por todos e mais de uma vez pra quem quiser mergulhar de cabeça nesse universo… O Peão não continua a rodar…

Fica a dica,

Um Abraço a Todos

Homem Erd

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jan 07 2011

Sacrifício.

Published by Homem Erd under Críticas

 
 Um abraço anos atrasado alcança os filhos.
 Um homem disposto a qualquer sacrifício mergulha nas sombras da cidade que causou sua ruína.
 Um homem que viveu a metade de uma vida completa arrasta consigo segredos maiores que a morte.

 Em 2005, a carreira de Christopher Nolan deu uma guinada tão inesperada quanto maviosa. Cineasta idolatrado pelo públio ávido por filmes independentes sem a mácula dos grandes estúdios, Nolan voltou às telas no meio daquele ano com o prenúncio de uma carreira irrepreensível, e de três dos mais intoxicantes, importantes e excitantes filmes dos últimos vinte anos. O personagem mais doloroso e profundo parido nos quadrinhos ganhava então uma sobrevida intensa. E a Warner abria as portas para o maior cineasta da década.
 O Grande Truque, seu filme seguinte, pela primeira vez promoveu honra entre os tradutores de títulos para o português. Nolan teceu uma fábula trágica de obsessão e morte, mistério e paixão. Borden e Caldlow representam a raça humana em sua inconquistável curiosidade, seu inabalável desejo em ir além, superar, vencer – a qualquer custo, o que os torna ainda mais humanos e complexos.
 O Cavaleiro das Trevas, sua segunda obra-prima, é um filme de fibra. Como pouquíssimos. Como quase nenhum. A genialidade. A força. Um personagem heróico meramente por ser altruísta, e o prenúncio da epítome de todo o sadismo de um cineasta.
 A Origem é trágico. Passeamos no onírico para aprendermos o quão frágeis são nossas expectativas.

 Nolan é um cineasta ímpar por reunir qualidades que o colocam um passo a frente de seus demais colegas. Tarantino é um mestre; Paul Thomas Anderson e Darren Aronofsky também são, cada um a seu modo. Mas Nolan usa suas referências e reverências como credenciais. Um cineasta racional ao extremo, como Kubrick. Um cineasta passional ao extremo, como Coppola. Um cineasta versátil ao extremo, possuidor da maior versatilidade e habilidade no mundo do cinema: dobrar as malditas barreiras de gêneros, impor a força de suas narrativas como sobreposições de incontáveis filmes, ricos universos, todos dentro de um só.
 Sua única marca registrada é a debeladora demanda emocional. Roger Ebert, o cara, descreve O Grande Truque como algo atmosférico, obsessivo, quase satânico. Há de se convir que há algo de muito especial naquele filme. Talvez o pontapé inicial para suas duas obras máximas até o momento. Um filme com o intuito de esclarecer que nós desejamos ser enganados. Que sempre olharemos para o outro lado.

 Em sua essência, a obra de Nolan nos lembra o quão patética seria a Sétima Arte sem imaginação. Sem a catarse de um Batman percorrendo as ruas escuras em busca de justiça e paz interior. Sem o ocaso de constatar que a realidade é apenas um fragmento ao qual se permite um breve vislumbre. Quão patética, se tivéssemos a certeza de acordar ao final de tudo. Esse resgate é o que importa no fim das contas; a magia do cinema não consiste em recriar meticulosamente todos os aspectos da vida cotidiana e do mundo que nos cerca, e sim, em criar meticulosamente todos os aspectos de uma vida nada cotidiana e de um mundo que não nos cerca. Nos filmes, vivenciamos as situações, experimentamos sentimentos. Tornamo-nos parte dos personagens. Parte de seus universos. De outros universos. O cinema, como os livros, nos levam às mais distantes paragens siderais.

 Desde o início deste blog, pensei em escrever sobre Era Uma Vez Na América, ou Cassino. Dois filmes que gosto muito. Há outros. Apocalypse Now, talvez. Andrei Rublev. Mas quando fui apresentado a estes filmes, já sabia que se tratava de algo especial. Já ouvia coisas, já lia coisas.

 Então, decidi escrever sobre o cinema de Chris Nolan. E não consegui. Minha relação com o cinema não é racional, passível de análise. É difícil organizar as idéias na cabeça, é difícil transformar sensações em palavras. E que fosse fácil; eu não quero fazê-lo. Não vou parar para pensar sobre o cinema. Ele corre em minhas veias, e isto está acima de qualquer ciência, acima de qualquer crítica. Eu sequer tenho coragem de assistir aos extras dos filmes, tamanho meu pesar em interromper a sensação de que o que eu assisto é absoluto, existe, É.

 O cinema me afeta, e muito. Posso escrever sobre ele. Mas não sobre as obras. Não tenho o direito de dissecá-las. São o que são. Vivem.

 Estes três filmes aconteceram diante dos meus olhos. E não luto contra isto.

 Um último olhar na capacidade de sacrificar a tudo e a todos em prol da arte.
 O homem disposto a qualquer sacrifício desaparece em meio às sombras da cidade que tentará salvar.
 O peão segue a rodar.

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jan 06 2011

Convidado fala sobre – “O Ilusionista”

Published by Convidado under Críticas



“O Ilusionista” combina dois gêneros, muitas vezes considerados obsoletos por alguns: um romance “princesa e plebeu” e um clima de thriller de mistério, daqueles que se você perder alguma parte não vai fazer nenhum sentido. Filme dirigido por um diretor de primeira viagem (Neil Burger), baseado em uma história curta, e com um elenco eclético, “O Ilusionista” teve tudo para arranjado para ser um desastre monumental. Mas na minha opinião ele acabou sendo algo muito bom.

O filme começa com a amizade da jovem Sophie von Teschan (Eleanor Tomlinson), uma aristocrata do Império Austro-Húngaro, e Eduard Abramowitz (Aaron Johnson), filho de um marceneiro. O jovem casal se apaixona. Eduard, usando suas habilidades de marcenaria e engenhosidade em criar dispositivos, esculpe um medalhão com compartimentos escondidos para Sophie. No entanto, a inadequação de um plebeu como um pretendente para Sophie é óbvia a sua família, embora não seja inadequada para os dois, ela é enviada para fora do país para terminar a escola.
Os anos passam, e em Viena começa um alvoroço sobre os truques de Eisenheim, o  Ilusionista (Edward Norton), um renomado mágico que estava fazendo seu nome em toda a Europa. O Príncipe Leopold (Rufus Sewell) e o inspetor-chefe Uhl (Paul Giamatti) consideram o seu show a ser extremamente inteligente, Uhl fica particularmente fascinado com um truque de Eisenheim está que faz uma pequena laranjeira crescer no palco, mas sabe que isso certamente não é mágica.
Para tentar descobrir os segredos dos truques de Eisenheim, Leopold e Uhl vão para uma performance para observá-lo mais de perto, a Duquesa Sophie von Teschan (Jessica Biel) os acompanha. Quando Eisenheim solicita um voluntário da platéia para ajudar em um de seus truques, Leopold diz para Sophie ir, esperando que ela seja capaz de lhe dizer como aconteceu a mágica. Eisenheim, na realidade é Eduard Abramowitz, longo amor de infacia de Sophie é reconhecido imediatamente. E apesar de participar do truque ela não consegue explicar nada para Leopold, que vai começar uma jornada de tentar desmascarar Eisenheim. Esse é o inicio da trama que se desenrola muito bem ao longo do filme. Enquanto a paixão secreta de Sophie e Eisenheim floresce, o ciúme do príncipe chega ao máximo, e ele convoca o Inspetor Uhl (Paul Giamatti) para expor o mágico. Com a musa em seus braços, o público aos seus pés e Uhl em seu encalço, Eisenheim prepara a última cartada, a maior ilusão, seu inesquecível “gran finale”.

Edward Norton, interpreta seu personagem com sutileza e principalmente na segunda metade do filme, fala mais com os olhos. Jessica Biel, ex-idolo teen, tinha tudo para ser uma escolha terrível, mas não deixa tanto a desejar. Ao meu ver os melhores são Rufus Sewell como o tirâno príncipe herdeiro e Paul Giamatti como o inspector-chefe.
Como qualquer filme de época, há uma grande preocupação com a cenografia e figurinos usados para retratar Viena no fim do século XIX. Os efeitos especiais ruins do filme acabam sabotando a mágica que o filme propõe, mas nada que comprometa o filme completamente, mas, acho que a direção de arte e fotografia vão no caminho inverso e se mostram bastante competentes para recriar a época.

Um diretor mais ansioso ou pretensioso poderia ter sabotado o final completamente fantástico, na minha opinião, de “O Ilusionista” esse grande final, onde “tudo é revelado” é uma conclusão que recompensa o espectador paciente e cumpre as promessas sublimes dos temas apresentados ao longo do filme.

Enfim, eu acho um bom filme, seu eu pudesse dar uma nota ela seria 8. Mas, isso é somente a minha opinião, fique a vontade para dar a sua.

Essa é minha dica!
Isabele Rangel

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jan 05 2011

Crítica – “Jogos, Trapaças e dois canos fumegantes”

Published by Homem Erd under Críticas

Recentemente me dei conta da preferência pessoal pelos trabalhos de diretores britânicos. LARANJA MECÂNICA de Stanley Kubrick é meu filme favorito, a dois dias concretizei a admiração por Cristopher Nolan após assistir pela terceira vez A ORIGEM nos cinemas, e Guy Ritchie sempre esteve por trás dos projetos que mais me interessam como realizador de cinema (juntamente com Tarantino, Norte Americano).

A história do filme gira em torno de uma série de desencontros e acasos e tem exatamente tudo o que o título indica e mais um pouco. Quatro amigos juntam todo o dinheiro que possuem para participar de um jogo de pôquer fechado com mafiosos e pessoas da pesada. Como não seria diferente, eles saem devendo mais do que pagaram.  Abusando da sorte e da coincidência, Guy Ritchie guia sua trama através de várias histórias que vão se cruzando pouco a pouco (que as vezes chega a ser inverossímil) . Negociantes de maconha sendo assaltados por um traficantes extremamente exibicionistas, um cobrador de dívidas barra pesada (O sempre fantástico Vinnie Jones) que anda com seu pequeno filho dentre várias outras situações inusitadas. O melhor de tudo é que o roteiro consegue se manter, mesmo aparentemente confuso, interessante, justamente por causa da imprevisibilidade.

Similar ao anterior SNATCH – PORCOS E DIAMANTES do próprio Guy Ritchie, influênciado por filmes de mesmo estilo no cinema britânico (assistam COVA RASA e TRAINSPOTTING de Danny Boyle) e visualmente um dejavú “Tarantinesco”, levando em consideração a estilização da violência, já vista em CÃES DE ALUGUEL e PULP FICITON. Um filme que merece ser visto mais de uma vez e sempre que possível.

Fica a dica,

Um Abraço a Todos.

Homem Erd

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jan 04 2011

Crítica – “Pulp Fiction – Tempos de Violência”

Published by Homem Erd under Críticas

 Antes de PULP FICTION, Tarantino fez também o excelente (e já críticado aqui) CÃES DE ALUGUEL. A diferença na estrutura dos dois filmes é que, em CÃES DE ALUGUEL, o presente nos guia através dos flashbacks que o filme vai mostrando, para explicar o que está acontecendo. Já em PULP FICTION, Tarantino simplesmente “bagunça” a narrativa, transformando a montagem em algo totalmente não-linear, sem um tempo definido para nos servir de base; e mesmo assim, não nos perdemos dentro da história. Essa montagem faz com que o espectador preste mais atenção na trama e cria uma maneira especial no modo de contar sua história. Quer algo mais fantástico que poder acompanhar a ressurreição de um personagem dentro da narrativa, de um modo que não tira a seriedade nem a realidade do que está acontecendo? Basta trocar algumas cenas de posição durante a montagem!

Após a introdução onde um casal (Amanda Plummer e Tim Roth) conversam tranquilamente sobre assaltos, o diretor inicia a sua primeira história dentro do filme: Vincent Vega (John Travolta) deve levar a mulher do seu chefe , Mia Wallace (Uma Thurman) para “se divertir”, enquanto ele está fora da cidade. A Segunda história (já bagunçada na trama) é a do boxeador Butch (Bruce Willis), que é considerado decadente na profissão e recebe uma boa quantia em dinheiro do grande chefão da história, Marcellus, para perder uma luta. E a terceira história tem foco no personagem Jules Winnfield (Samuel L. Jackson), com Travolta em segundo plano, tendo que se virar para limpar o carro após um acidente no banco traseiro do seu carro.

Fazendo merecer cada grama do Oscar® recebido em 1994, na categoria de roteiro original, Tarantino trata sobre assuntos delicados de maneira peculiar. Diálogos fortes e muito bem construídos, com dosagens de humor negro sobre situações que não deveriam ser engraçadas, a naturalidade e a estilização com que drogas e violência são tratadas no dia-a-dia dos personagens, trazem a tona (denovo!) a maior marca do diretor.

Todo o sucesso de Pulp Fiction “é culpa” de Tarantino. Novamente ele mostra a capacidade de extrair o melhor de seus atores (talvez isso explique porque Michael Madsen convença em seus filmes, apesar do curriculo pífio que tem na carreira).

Ressuscitar de um anonimato relativo atores como Bruce Willis (que trazia no curriculo, até então o eterno John McLane de DURO DE MATAR), John Travolta ( EMBALOS DE SABADO A NOITE e OLHA QUEM ESTÁ FALANDO), Samuel L. Jackson (dos filmes que fez antes, merecem ser citados TODOS que ele fez com Spike Lee) e Uma Thurman ( que registrava somente um bom filme, LIGAÇÕES PERIGOSAS) mostra a capacidade de extrair de seus atores as melhores interpretações de sempre. Samuel L. Jackson e John Travolta teriam outras ótimas interpretações pós PULP FICTION, Uma Thurman ainda conseguiria se superar com Tarantino em KILL BILL, mas Bruce Willis deixou aqui, sua melhor atuação de sempre, no meu ponto de vista.

 Outro ponto alto do filme, além da narrativa, das interpretações e dos diálogos, é a trilha sonora. Trilha agitada, que nos mantém sempre atentos ao que acontece na tela. Depois de ver o filme, quem não chacoalha as perninhas dançando a música-tema do concurso no Jack Rabbit Slim?

Pulp Fiction é um filme Único. É um filme clássico com técnicas modernas. Enquanto os diálogos remoem na nossa cabeça, o filme faz pontaria ao nosso coração e uma das principais farras do filme é observar os pequenos desentendimentos darem origem a tremendas explosões de violência, realçando o seu poder satírico. Um filme que custou 8 milhões pra arrecadar mais de 200 milhões no mundo todo (uma marca GIGANTE para um estúdio independente). Sem dúvida um dos melhores filmes de todos os tempos.

Fica a dica,

Um Abraço a todos.

Homem Erd

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jan 03 2011

Convidado fala sobre – “500 dias com ela”

Published by Convidado under Críticas

Tudo começa indicando que esta será mais um filme açucarado com uma boa trilha sonora, mas as evidências logo se cessam quando no início do filme aparece as notas do autor:

“-Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é coincidência.
Principalmente com você, Jenny Beckman.
Vadia!”
E é com essa carinhosa mensagem do autor que é dito o ritmo e o desfecho sem nenhum segredo desde o trailler, da história.
O filme se trata de uma narrativa atemporal dos 500 dias que Tom (Joseph Gordon-Levitt) passou com Summer (Zooey Deschanel) e como a tênue linha do melhores dias da sua vida para piores dias da sua vida foram violadas durante este periodo e o seu esforço para entender a capacidade de Summer de não acreditar no amor. Achei interessante o fato de um filme mostrar a inversão de papeis, o homem sofrendo com o rompimento de um relacionamento, geralmente isso é focado nas mulheres no cinema comercial.
A história é divertida e com uma ótima conclusão, o diretor estreante Marc Webb, provou sua experiência em video-clipes e transformou esse longa de uma maneira única e inovadora, arriscando em um formato ainda novo mais extremamente funcional. A trilha sonora é excelente e os bons momentos do filme, tudo que precisa ser lembrado gira em torno disto, como na cena que o protagonista, Tom se esforça em um karaoke tentando cantar here comes your man do pixies, ou no final batendo uma bola no chão o grave se torna vagabond do wolfmother.
E se tudo isso não bastar como motivos para ver esse filme, vá apenas para observar os olhares de Summer (Zooey Deschanel) que são incriveis!
mais tenho certeza que este filme ira agradar a massa, tantos os cult como os blockbusters.
Lucas Marin
(Blog – http://www.tudosobreomeucinza.blogspot.com/)

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jan 02 2011

Lista – 10 maiores atores de todos os tempos

Published by Homem Erd under Listas

Estou temporariamente com problemas de acesso a internet. Continuo escrevendo minhas críticas, e assim que voltar a ter acesso constantemente, voltarei a postar diariamente.

Por hoje, decidi deixar minha lista dos 10 maiores atores de todos os tempos. Levei alguns dias para completar esta lista. Fazer listas é sempre uma tarefa complicada, afinal de contas, escolher críterios para decidir quem ou o que é melhor é muito difícil. Avaliei dentro do MEU critério. Meu gosto, minhas sensações e experiências nos filmes em que esses atores participaram.

Em breve deixarei meu comentário explicando o motivo pelo qual esses ícones do cinema mundial foram escolhidos.

Vamos a Lista:

10 – Anthony Hopkins

9 – Paul Newman

8 – Daniel Day Lewis

7 – Al Pacino

6 – Robert Deniro

5 – Klaus Kinski

4 – Jack Nicholson

3 – Robert Mitchum

2 – Toshiro Mifune

1- Marlon Brando

Difícil fazer uma lista de melhores atores e deixar de fora ícones como Gene Hackman, Alain Delon, Marcello Mastroianni, entre vários outros. Mas como tudo na vida, temos que fazer escolhas. Minhas escolhas foram feitas dentro de vários critérios, desde como o ator se saiu em filmes ruins até quantidade de prêmios na carreira. Caso discordem, deixem seus comentários. As vezes eu esqueci de alguém que você pode me lembrar.

Fica a dica.

Um Abraço a todos,

Homem Erd

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jan 01 2011

Crítica – “Cabo do Medo” (1991)

Published by Homem Erd under Críticas

Cabo do Medo

Max Cady interpretado por Robert De Niro

Decidir qual filme comentar na inauguração dos Posts deste blog foi díficil. Pensei em começar com um filme favorito, ou um filme mais clássico ou até mesmo um muito premiado. Mas decidi por uma forma mais simples: escolhi um que tinha visto recentemente. Iniciando o Blog com a refilmagem dirigida por Martin Scorsese.

Refilmagem do Clássico filme “CÍRCULO DO MEDO” de 1962, dirigido por J. Lee Thompson (Aniversáriante na data de hoje, 1 de agosto) e protagonizado por Robert Mithcum e Gregory Peck, esta nova roupagem traz Robert De Niro do papel de Max Cady, ex-presidiario que cumpriu pena por 14 anos devido a um estupro e Nick Nolte no papel do advogado Sam Bowden, responsavel por defender Cady das acusações.

Scorsese acerta de mão cheio nas mudanças feitas em relação ao filme de 1962. Contando com a colaboração do roteirista Wesley Strick, a historia injeta um tom mais ameaçador ao seu antagonista e outro mais frágil ao seu protagonista.

Diferente da versão original, Max Cady tem o desejo de se vingar de seu advogado ao descobrir na cadeia, durante seus anos de estudo, que o mesmo haveria negligenciado uma prova que, talvez, o tivesse livrado da prisão. Transformado em um homem muito mais violento, brutal e sem quase nenhuma humanidade, Max Cady começa faz seu jogo sádico de vingança utilizando sempre a lei ao seu favor. Robert De Niro em uma de suas atuações mais inspiradas, capricha no sotaque caipira do personagem, e se entrega firmemente à atuação, principalmente nas cenas onde o personagem faz questão de se gabar que é melhor que os outros, por ter passado muito tempo estudando na prisão.

Outro acerto de Scorsese é o de manter a trilha sonora originalmente feita para o primeiro filme.  A música de Bernard Hermann ajuda a complementar a tensão em quase todas as cenas em que Max Cady aparece, diferente do seu primeiro filme, onde nem sempre “sentimos medo” do personagem de Robert Mitchum.

Danielle Bowden, vivida por Julliete Lewis

Julliete Lewis traz sua personagem, Danielle Bowden, como espinha dorsal da trama. Sendo utilizada como narradora da história, outro toque da genialidade de Scorsese é a modificação feita na personagem vivida por Julliete. Diferente da menininha ingênua do primeiro filme, Julliete encarna uma lolita rebelde, cansada das brigas dos pais,  que (em uma das melhores cenas do filme, na minha opnião) se deixa levar, mesmo que pouco tempo, pelas palavras sedutoras do antagonista. Julliete e De Niro criam uma tensão sexual na cena do teatro do colégio digna de aplausos, mostrando o quão pervertido é Max Cady e quão infeliz é Danielle Bowden.

Com a dominância nas atuações, Robert De Niro entrega para Nick Nolte e Jessica Lange uma dificil tarefa: Manter o nivel nas interpretações. Nolte consegue funcionar bem como um advogado mauricinho que não sabe como reagir a presença ameaçadora de Cady nas primeiras cenas do filme. Lange por sua vez, me pareceu meio perdida ao tentar passar segurança com sua personagem, Leigh Bowden, uma mulher fragil, deprimida e que parece manter aquela vida por causa da filha ou pela estabilidade (ou não) em seu casamento. Mas em contra partida, Lange consegue aflorar o lado mãe protetora nas cenas no barco. A forma e entonação ao qual sua personagem tenta convercer Max Cady a não fazer nada com sua filha, faz valer muito a pena sua escolha para esse papel.

Outro fato curioso do filme, é a aparição de Robert Mitchum e Gregory Peck. Invertendo a moral de seus personagens no filme original, Mitchum interpreta um Tenente de polícia disposto a ajudar Sam Bowden enquanto Peck vive o advogado Lee Heller, conhecido como o melhor advogado criminalista que é contratado por Max Cady para defende-lo contra Sam Bowden.

Com uma ótima edição e uma magnífica utilização dos movimentos de câmera, Scorsese consegue dar um ritimo agitado para o filme, e ainda consegue de maneira ousada interagir diretamente com o espectador (vide a cena onde Max Cady “julga” Sam Bowden dentro do Barco) sem transformar aquilo em algo cômico (como em Curtindo a Vida A doidado) mas sim de forma amedrontadora (como em Violência Gratuita).

Familia Bowden sobrevivendo ao último ataque

Ao final, a narração de Julliete Lewis não deixa explícito a forma com o qual a família Bowden reagiu a todos os acontecimentos, somente que eles nunca falaram sobre o assunto, pelo menos entre eles.

Uma obra prima que deve ser assistida por todos. Uma exelente performance de Robert De Niro (que hoje em dia deve sentir falta do seu porte físico desta época.), um inicio fabuloso de Julliete Lewis (que voltou a brilhar em 1994, em ASSASSINOS POR NATUREZA.) e mais uma mostra do quão magnífico é Martin Scorsese na direção (Scorsese havia dirigido OS BONS COMPANHEIROS um ano antes.)

Fica a dica.

Um abraço a todos,

Homem Erd

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